domingo, 17 de outubro de 2010
Milestone 2, DEFY e Spice, os novos Androids da Motorola

A Motorola anunciou três novos modelos, todos com Android, para o mercado brasileiro — um deles, aliás, desenvolvido aqui. Confira os detalhes.
Motorola Milestone 2
Com a experiência positiva que eu tive com o Motorola Milestone “1″, essa nova versão é estupidamente melhor. A velocidade já é um dos principais fatores para quem planeja trocar do antigo Milestone para o novo: sai o processador antigo, de 600 MHz, e entra um novo, de 1 GHz. Graças ao Android 2.2 “Froyo” (que a empresa quase recusou a atualização aqui no Brasil, por conta das operadoras e provocou a fúria dos clientes), o smartphone vira um hotspot, permitindo que até cinco smartphone ou computadores se conectem via WiFi utilizando a conexão 3G do aparelho.
Além do processador e Android atualizado para a última versão, a câmera, que continua com os 5 MP de antes, agora filma em alta definição (720p). Outra novidade, essa capaz de não agradar a todos, é que ele vem com a última versão do MOTOBLUR, a interface customizada da Motorola para o Android (que apesar das críticas, eu achei ela bem interessante).
Outra diferença notável está na memória interna, que na primeira versão contava com apenas 133 MB de espaço e 256 MB de memória RAM saltou para 8 GB de interna e 512 MB de memória RAM. Ele ainda permite a expansão por cartão de memória para até 32 GB (microSD). Algo importante para as empresas é que ele tem suporte ao Enterprise Exchange. O teclado QWERTY físico ganhou pequenas melhorias, em especial a remoção do d-pad, o que fez com que as teclas ficassem maiores.
Disponibilidade para novembro deste ano, com preço, no varejo e sem vínculo com operadoras, de R$ 1.699,00
Motorola DEFY

Outro lançamento é o DEFY, voltado para um público mais econômico e desastrado. Alguns recursos do Milestone 2 foram removidos, para, provavelmente, diminuir o custo. Ele chega com o Android 2.1 “Eclair”, tela touchscreen capacitiva de 3,7 polegadas com
resolução de 480×854 (a mesma do Milestone 2) e tecnologia “Gorilla Glass”. Ele suporta água, poeira, chuvas repentinas e líquidos derramados.
Ele conta com MOTOBLUR, WiFi 802.11b/g/n, 3G, Bluetooth 2.1 com A2DP. O espaço interno é de apenas 2 GB, vem com um cartão microSD de 2GB incluso e suporta expansão para até 32GB. A memória RAM do smartphone é de 512 MB e com um processado de 800 MHz (TI OMAP3610). Possui câmera de 5 MP com foco automático e flash LED.
Ele lembra o Milestone 2, mas tem algumas diferenças importantes. Não conta com teclado físico QWERTY, a câmera não grava em HD (720p), o espaço interno é de apenas 2 GB. O que mais se destaca, porém, é a veia eventureira do DEFY. Segundo a Motorola, ele aguenta poeira, água e quedas, características muito apreciadas em atividades de campo.
O Motorola DEFY estará disponível no Brasil a partir do final de outubro por R$ 1.499,00.
Motorola Spice

O terceiro smartphone é o primeiro Android produzido no Brasil pela Motorola. Voltado para o público mais humilde, será lançado por R$ 799,00 sem subsídio da operadora. Ou seja, em alguns planos ele pode vir a sair até de graça.
O Spice vem com um teclado QWERTY, design que lembra o Palm Pre. A tela tem resolução de 240 x 320 pixels e 3″, conta com a tecnologia BackTrack que é um trackpad na traseira do smartphone para facilitar a navegação pela tela, câmera de 3,2 MP. Infelizmente (ou não), o aparelho vem sem o MOTOBLUR, a interface que centraliza diversas redes sociais na tela inicial do aparelho.
O espaço interno é tão sofrível quanto o Motorola Milestone, apenas 256 MB, mas permite expansão via cartão MicroSD para até 32 GB. A memória surpreende sendo 512 MB de RAM. Possui WiFi com suporte para as redes 802.11b/g, 3G, e vem com Bluetooth 2.0 com suporte ao A2DP.
Algo que vi e me “chocou” muito foi, tanto o Spice quando o DEFY virem com a versão 2.1 do Android. E a Motorola não anunciou se fará a atualização para o 2.2… As vantagens de uma versão para outra são relevantes, como a possibilidade de instalar aplicativos na memória microSD é uma vantagem imensa para quem tem apenas 256 MB de espaço interno.
domingo, 15 de agosto de 2010
N8
O Nokia N8 será o primeiro smartphone do mundo a oferecer o Symbian^3, o novo sistema operacional que foi oficialmente concluído em 17 junho.
A Symbian Foundation anunciou que foram introduzidas mais de 250 novas funcionalidades na versão mais recente do Symbian^3. A nova arquitetura de hardware e software acelerador gráfico está mais rápida, garantindo uma resposta mais ágil da interface com o usuário. Teremos também rolagem Kinetic, multi-touch, player de música incluído com o widget, multitarefa mais eficiente através de uma melhor gestão de memória e mais recursos.
A Symbian Foundation anunciou que foram introduzidas mais de 250 novas funcionalidades na versão mais recente do Symbian^3. A nova arquitetura de hardware e software acelerador gráfico está mais rápida, garantindo uma resposta mais ágil da interface com o usuário. Teremos também rolagem Kinetic, multi-touch, player de música incluído com o widget, multitarefa mais eficiente através de uma melhor gestão de memória e mais recursos.
domingo, 25 de julho de 2010
O que é um telefone celular ou telemóvel?
O telefone celular, como é chamado no Brasil e em Moçambique, ou telemóvel, como ficou conhecido em Portugal, com a contração de Telefone Móvel, é um aparelho de comunicação portátil e sem conexão física a uma rede de comunicação, ou seja, sem fio. Os celulares funcionam por ondas eletromagnéticas que permitem a transmissão bidirecional de voz e dados utilizáveis em uma área geográfica dividida em células (de onde vem o nome celular).
Com as áreas de cobertura, ou abrangência, divididas em células, cada uma delas servida por um transmissor/receptor, é possível ao usuário andar longas distâncias sem perder o contato com a rede maior de comunicação.
Telefone celular, ou simplesmente "celular" (plural celulares), é a designação utilizada no Brasil e em Moçambique. Em Portugal, estes aparelhos são conhecidos como "telemóvel" (plural telemóveis), uma simplificação de "telefone móvel". No entanto, o nome 'Telefone Celular' é a designação técnica correta.
Tecnologias telefônicas em evolução
Há diferentes tecnologias para a difusão das ondas eletromagnéticas nos telefones celulares, baseadas na compressão das informações ou em sua distribuição: na primeira geração (1G) (a analógica, desenvolvida no início dos anos 80), com os sistemas NMT e AMPS; na segunda geração (2G) (digital, desenvolvida no final dos anos 80 e início dos anos 90): GSM, CDMA e TDMA; na segunda geração e meia (2,5G) - uma evolução à 2G (com melhorias significativas em capacidade de transmissão de dados e na adoção da tecnologia de pacotes e não mais comutação de circuitos) utiliza uma tecnologia superior ao GPRS, o EDGE, utiliza também o padrão HSCSD e 1XRTT; na terceira geração (3G) (digital, com mais recursos, em desenvolvimento desde o final dos anos 90), UMTS e W-CDMA.
A indústria classifica os sistemas de telefonia celular em gerações: a primeira geração (1G) analógica; a segunda geração (2G), já digital e em uso intenso no Brasil; a segunda e meia geração (2,5G), com melhorias significativas em capacidade de transmissão de dados e na adoção da tecnologia de pacotes e não mais comutação de circuitos; a terceira geração (3G), ainda em experiências iniciais no Japão e na Europa. E já em desenvolvimento a 4G (quarta geração).
Aparelhos análogos baseados no rádio já eram utilizados pelos policiais em Chicago na década de trinta, dentre outras tecnologias.
Com as áreas de cobertura, ou abrangência, divididas em células, cada uma delas servida por um transmissor/receptor, é possível ao usuário andar longas distâncias sem perder o contato com a rede maior de comunicação.
Telefone celular, ou simplesmente "celular" (plural celulares), é a designação utilizada no Brasil e em Moçambique. Em Portugal, estes aparelhos são conhecidos como "telemóvel" (plural telemóveis), uma simplificação de "telefone móvel". No entanto, o nome 'Telefone Celular' é a designação técnica correta.
Tecnologias telefônicas em evolução
Há diferentes tecnologias para a difusão das ondas eletromagnéticas nos telefones celulares, baseadas na compressão das informações ou em sua distribuição: na primeira geração (1G) (a analógica, desenvolvida no início dos anos 80), com os sistemas NMT e AMPS; na segunda geração (2G) (digital, desenvolvida no final dos anos 80 e início dos anos 90): GSM, CDMA e TDMA; na segunda geração e meia (2,5G) - uma evolução à 2G (com melhorias significativas em capacidade de transmissão de dados e na adoção da tecnologia de pacotes e não mais comutação de circuitos) utiliza uma tecnologia superior ao GPRS, o EDGE, utiliza também o padrão HSCSD e 1XRTT; na terceira geração (3G) (digital, com mais recursos, em desenvolvimento desde o final dos anos 90), UMTS e W-CDMA.
A indústria classifica os sistemas de telefonia celular em gerações: a primeira geração (1G) analógica; a segunda geração (2G), já digital e em uso intenso no Brasil; a segunda e meia geração (2,5G), com melhorias significativas em capacidade de transmissão de dados e na adoção da tecnologia de pacotes e não mais comutação de circuitos; a terceira geração (3G), ainda em experiências iniciais no Japão e na Europa. E já em desenvolvimento a 4G (quarta geração).
Aparelhos análogos baseados no rádio já eram utilizados pelos policiais em Chicago na década de trinta, dentre outras tecnologias.
Qual a utilidade e importância econômica do telefone celular?
É impossível negar a utilidade dos telefones móveis. Com um celular, nosso controle sobre espaço e tempo literalmente mudou. Desde que foi lançado, utilizando ainda a tecnologia analógica, a telefonia celular deixou de ser usado apenas para falar. Atualmente, os aparelhos são usados para enviar SMS (Mensagens curtas de texto), tirar fotos, jogar e ouvir músicas.
Mas não pára por aí. Nos últimos anos, principalmente no Japão e na Europa, tem ganhado recurso surpreendente até então não disponível para aparelhos portáteis, como GPS, videoconferências e instalação de programas variados, que vão desde ler e-book à usar remotamente um Computador qualquer, quando devidamente configurado.
Tecnologia celular no Brasil
O Brasil ainda está dando seus primeiros passos para esses tipos de tecnologias, a demora não deve apenas pela necessidade de grandes investimento, mas também por ser rentável somente a longo prazo, como acontece nos países onde há essas tecnologias disponíveis, uma parcela pequena de usuários utiliza esses serviços, mesmo com preços acessíveis.
Mas não pára por aí. Nos últimos anos, principalmente no Japão e na Europa, tem ganhado recurso surpreendente até então não disponível para aparelhos portáteis, como GPS, videoconferências e instalação de programas variados, que vão desde ler e-book à usar remotamente um Computador qualquer, quando devidamente configurado.
Tecnologia celular no Brasil
O Brasil ainda está dando seus primeiros passos para esses tipos de tecnologias, a demora não deve apenas pela necessidade de grandes investimento, mas também por ser rentável somente a longo prazo, como acontece nos países onde há essas tecnologias disponíveis, uma parcela pequena de usuários utiliza esses serviços, mesmo com preços acessíveis.
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