quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Como atualizar o Xperia X10 e LG Optimus One para o Android 2.3 Gingerbread no Brasil
fragmentação do Android é um dos grandes problemas da plataforma, então é sempre uma ótima notícia ver aparelhos com o robozinho sendo atualizados oficialmente. O LG Optimus One, lançado em novembro com Froyo, já pode ser atualizado para o Android 2.3.3. E, como prometido pela Sony Ericsson, o Xperia X10 também está recebendo o Gingerbread pelo mundo.
Para atualizar os dois aparelhos, é necessário usar o computador – como a coisa ainda está sendo com as operadoras do Brasil, as atualizações ainda não são OTA (over-the-air). No caso do Optimus One, você baixa o LG Mobile, conecta o aparelho via USB e segue o tutorial. Para o X10, baixe o PC Companion (se você ainda não o tiver), conecte o aparelho no PC e siga as instruções. Faça backup antes de aplicar as atualizações: o X10 em particular apaga todas as suas informações para aplicar o update (exceto o que estiver no cartão de memória).
Vale lembrar que nem todos os aparelhos serão atualizados: aparelhos personalizados pela operadora podem demorar mais tempo em receber o update, ou mesmo nem serem atualizados. (Lembre-se desta vantagem de aparelhos vendidos no varejo, sem vínculo com operadoras, na hora de comprar seu Android.)
Você já conhece as novidades do Gingerbread, incluindo maior velocidade e melhor gerenciamento de bateria, mas o X10 tem detalhes adicionais que já mencionamos: basicamente, o Timescape é atualizado, mas o Mediascape é removido; e não haverá multitoque, só o dualtouch trazido na última atualização. Você atualizou seu aparelho? Conte-nos abaixo sua experiência. [Sony Ericsson e Droider; valeu, Igor Vidal e Paulo Razia!]
Por causa da Apple, Samsung não pode vender o Galaxy Tab na Austrália
A Apple venceu uma disputa que proíbe a Samsung de vender o Galaxy Tab na Austrália. Prontamente, a Samsung parou de veicular publicidade sobre o Galaxy Tab 10.1 e não venderá o aparelho no país… pelo menos por enquanto.
Trata-se de mais uma batalha nos tribunais envolvendo violação de patentes entre as duas empresas. A Apple alega que o Galaxy Tab 10.1 infringe 10 patentes da Apple, incluindo o “visual” do iPad. De acordo com a Bloomberg, Steven Burley, um advogado da Apple, “também quer que a Samsung pare de vender o tablet em outros países”.
Os advogados de ambas as empresas chegaram a um acordo para que a Samsung pare de fazer publicidade do Galaxy Tab 10.1 e não venda o aparelho até “ter a aprovação da justiça ou que a ação seja retirada”. Se a Apple perder o processo por violação de patente, a empresa terá de pagar a Samsung pelos danos causados (que seria, no caso, a perda de vendas durante certo período, além de outros detalhes). A situação nada agradável entre duas empresas outrora parceiras está ficando cada vez pior. Confira os próximos capítulos. [Bloomberg]
Bonequinhos do Android levantam discussão: algum robô verde é do mal?
Curte toy art? Nem tanto? Ok. Curte Android? Bem capaz, né? Então talvez você se empolgue com a nova série de bonecos colecionáveis da Dead Zebra, que criaram quatro robôs diferentes: dois heróis, de capa e tudo, e dois vilões, com cara de caveira e um que… está vestido de robô. Quais aparelhos eles representam?
O pacote com os quatro bonecos custa US$ 40. Segundo o site, os heróis se chamam ”The Hidden Task” e “El Poderoso”, e os vilões são “Greentooth e “Cycle-On”. Usem a imaginação para decifrar quem é quem no mundo fantástico dos super-Androids. [Dead Zebra via Android Central]
Por que celular Nokia 500 tem processador de 1GHz mas é lento?
A Nokia anunciou seu primeiro smartphone Symbian com processador de 1GHz, o Nokia 500. Ele roda Symbian Anna e tem touchscreen de 3,2 polegadas, câmera de 5 megapixels, tem 3G, Wi-Fi, GPS e Bluetooth, além de capinhas coloridas e um preço bastante acessível – apenas €150 na Finlândia (ou R$330). Mas com um processador de 1GHz, por que ele é lento?
O vídeo acima mostra como não dá pra rolar uma lista sem o aparelho engasgar, por exemplo – e se trata de um vídeo promocional da própria Nokia! O All About Symbian explica: não se trata de um processador com arquitetura antiga (ele é ARM11), e sim da ausência de um chip gráfico, ou GPU.
…[A] ausência de um coprocessador gráfico 3D é a mudança mais notável. Por exemplo, isto significa que o Nokia 500 não consegue capturar ou reproduzir vídeo em HD, e também pode limitar a disponibilidade de alguns jogos para o dispositivo (títulos em “HD”/OpenGL podem não rodar rápido o bastante). Teoricamente, os requisitos mínimos do Symbian^3 incluem um chip gráfico, mas a Nokia obviamente encontrou uma forma de contornar isto…
Pra quem presta atenção demais no processador do celular, fica o alerta: para ser rápido, não basta um processador ótimo – o celular precisa de um chip gráfico também.
O Nokia 500 parece inaugurar uma nova era de nomes de celular para a Nokia: a combinação simplificada de letras e números, usada desde ano passado, será trocada por apenas números. Daqui em diante, os aparelhos terão nomes com três dígitos, e quanto maior o número, melhor o aparelho. Por exemplo, um hipotético Nokia 900 seria top de linha, enquanto um Nokia 100 seria o mais simples. No blog Nokia Conversations, a empresa explica que a nova convenção não divide aparelhos entre “uso empresarial” e “entretenimento” – afinal, quem decide o uso é o usuário. Além disso, com números em ordem crescente é mais fácil comparar aparelhos da empresa.
Mas, como diz o ZDNet, a ideia cheira a marketing ruim. Imagine se, por exemplo, a Samsung decidisse vender o Galaxy S II pelo nome GT-i9100? Por que não dar nomes reais aos aparelhos, em vez de nos confundir com números? E não dá pra saber se a Nokia está falando sério: no final da explicação oficial, eles linkam para o vídeo do RickRoll. Nokia engraçadinha! Vá terminar o Windows Phone pra gente amar você de novo. [Nokia 500 via All About Symbian; Nokia Conversations via ZDNet]
Um smartphone 3D para jogos da Sony Ericsson com tela de 4,7 polegadas seria grande demais?
Os celulares não param de crescer em tamanho: temo que, em breve, usar um tablet de 10,1 polegadas como celular será a norma. Bem, se os rumores estiverem certos, a Sony Ericsson está pensando grande com o primeiro smartphone com 3D sem óculos da empresa – um Xperia Play 2, talvez?
Dizem por aí que a Sony Ericsson quer entrar no jogo de smartphones Android com 3D sem óculos, onde já participam a HTC (com o Evo 3D) e a LG (com o Optimus 3D). Supostamente, este novo celular terá tela de 4,7 polegadas e mega-resolução de 1280×720 – sim, alta definição! Jogar games do PlayStation 1 numa tela dessas deve ser ruim, mas jogos atuais? Eu quero. [AndroidAndMe]
O que aconteceu com a Motorola?
Lembra quando o Milestone era um sonho de consumo, o melhor aparelho com Android e que salvou a Motorola de cair na irrelevância? Pois é, a Motorola teve uma boa vantagem inicial no Android, mas não manteve o ritmo: enquanto Samsung, HTC, Sony Ericsson e LG cresceram no último ano, a Motorola estagnou. O que aconteceu?
O Wall Street Journal procurou descobrir. Os motivos, ao que parece, são três. Primeiro, a natureza aberta do Android: com a investida de empresas como Samsung e LG, ficou difícil manter ou ganhar espaço no mercado de smartphones com Android. Usar o Android “deixou mais difícil para as fabricantes de celular diferenciarem seus produtos”, diz o WSJ. (Por isso a Nokia não seguiu este caminho.)
A Motorola diz que tenta se diferenciar “criando novas formas para as pessoas usarem os celulares, de computação móvel a entretenimento em casa”. Trata-se, claro, do Atrix. Depois de perder os holofotes para o Samsung Galaxy S ano passado, a Motorola estava pronta para dominar o palco novamente. Mas o que antes era um smartphone dos sonhos que até virava laptop acabou não realizando a promessa: “falta algo que justifique o preço e todo o marketing de smartphone mais poderoso do mundo”, disse o Pedro em nosso review. Nem a base para transformá-lo em computador compensa: “o Lapdock é um netbook piorado, e caro”. Foi chegar o Samsung Galaxy S II, e o Atrix pôde ser esquecido.
O segundo motivo, segundo Sanjay Jha, CEO da Motorola Mobility, foi o “marketing fraco” tanto para o Atrix, como para o tablet Xoom. (Veja esta propaganda acima do Xoom, por exemplo.) Afinal, a culpa não pode ser dos produtos: “vocês viram com o Atrix e o Xoom, nós temos produtos muito, muito bons”, diz Jha. Sim, concordamos que o Atrix e o Xoom são bons aparelhos, mas eles custam caro – e a concorrência faz melhor.
O motivo derradeiro é mais voltado para os EUA: o Milestone (Droid) foi vendido com exclusividade pela operadora Verizon, e fez sucesso lá depois de forte campanha publicitária, e porque a concorrência era menor – basicamente, o iPhone. Hoje, a Verizon dá menos destaque para produtos da Motorola – a operadora agora vende iPhones.
E enquanto boatos sobre outras fabricantes já mencionam aparelhos com Ice Cream Sandwich, a próxima versão do Android, tudo o que temos da Motorola são aparelhos semelhantes ao Atrix (como o Photon) e a terceira geração do Milestone, lançada na surdina em terras chinesas, e sem cerimônia nos EUA. Como a Motorola pode virar esse jogo? [Wall Street Journal]
I-pad Boy
O iPad 2 é bonito e tal, mas sabe o que deixaria o aparelho ainda mais animal? Este incrível, animal e sensacional case de Game Boy. O iPad ganha um gigantesco Game Boy na traseira. Como pode alguém não curtir isso?
Ele entrará em pré-venda em breve, então compre logo antes que os advogados da Nintendo entrem com uma ação besta. [Lootiful via Akihabara]
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